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Posts Tagged ‘Kim Jong-il’

Deixo aqui a notícia escrita pela Agência Lusa, com base num artigo da agência coreana Yonhap, a propósito de uma carta – curiosa – que Kim Il-sung escreveu em 1964.

Seul, 16 Nov (Lusa) – O antigo presidente norte-coreano, Kim Il-sung, falecido em 1994, era favorável a uma desnuclearização da península, mas apoiava o programa nuclear chinês, de acordo com arquivos chineses desclassificados, hoje citados pela agência sul-coreana Yonhap.

Numa carta dirigida em 1964 ao primeiro-ministro chinês da época, Zhou Enlai, Kim Il-sung apelava a uma desnuclearização da Coreia e a uma destruição das armas nucleares.

“A República Democrática Popular da Coreia (Coreia do Norte) defende invariavelmente que as armas nucleares devem ser totalmente banidas e destruídas”, considerou Kim, nesta carta datada de 30 de Outubro de 1964, consultada pela Yonhap nos arquivos nacionais de Pequim.

“O povo coreano estará ao lado dos outros povos, unidos à paz, de modo que seja conseguida uma total proibição e destruição das armas nucleares”, acrescentou o líder norte-coreano, pai de Kim Jong-il, actualmente à frente do regime comunista.

No entanto, noutras cartas, nomeadamente numa de 17 de Maio de 1965, dirigida ao presidente chinês Mao Zedong, Kim Il-sung felicitou Pequim pelos seus ensaios nucleares e defendeu este programa como medida defensiva contra a ameaça nuclear norte-americana.

A Coreia do Norte está actualmente envolvida num difícil processo de desnuclearização.

Pyongyang encerrou em Julho de 2007 o seu complexo nuclear de Yongbyon no âmbito de um acordo que prevê em contrapartida uma ajuda humanitária e energética ao país, que efectuou o seu primeiro teste de arma atómica em 2006.

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A Korean Central News Agency (agência de notícias norte-coreana) publicou 14 fotografias de Kim Jong-il, que sorri durante um jogo de futebol.

As imagens servem para provar que o “Querido Líder” ainda está em jogo.

O vídeo que se segue é da britânica ITN News.

 

 

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Li no brasileiro Estadão:

Depois de abrir embaixadas em lugares como Sri Lanka, o governo Luiz Inácio Lula da Silva se prepara para montar uma representação diplomática em Pyongyang, capital da Coréia do Norte. A instalação foi decidida logo depois do retorno de uma missão do Itamaraty à Ásia, que anotara o aval de Pequim e realizara consultas políticas com a diplomacia norte-coreana, em março. A abertura não tem data marcada. Fontes da diplomacia argumentam que o governo brasileiro pretende “contribuir” com eventual transição do regime comunista norte-coreano e assumir um “papel moderador” nas relações de Pyongyang com a comunidade internacional, mesmo que esse país esteja distante da esfera de influência imediata de Brasília.

A abertura da embaixada em Pyongyang se dá em um momento de perspectivas de mudanças na Coréia do Norte. No dia 11, os Estados Unidos anunciaram a retirada do país – antes alardeado como membro do “eixo do mal” – da lista de nações que apóiam o terrorismo. A iniciativa da Casa Branca foi resposta à decisão do líder norte-coreano, Kim Jong-il, de dar continuidade ao desmantelamento do programa nuclear e um incentivo adicional para que a Coréia do Norte retome o acordo de desarmamento antes do fim do mandato de Bush, em janeiro de 2009.

Regime fechado desde o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, o governo coreano dá indicações de uma possível transição, conforme os modelos chinês e vietnamita, nos quais a abertura econômica seguiu passos mais acelerados que a política. Nos últimos dias, a imprensa japonesa vem insistindo na afirmação de que o governo norte-coreano deverá anunciar em breve o sucessor de Kim Jong-il, de 66 anos, cuja saúde estaria debilitada pelo diabetes e por problemas cardíacos. Kim está no poder desde 1994.”

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Mohamed ElBaradei lançou hoje um alerta muito sério.

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) não tem meios para evitar acidentes ou ataques nucleares.

O director da AIEA disse que o Irão e a Coreia do Norte estão no topo da agenda daquele organismo.

Na semana passada, os inspectores da AIEA foram expulsos do complexo nuclear de Yongbyon. Mesmo assim, ElBaradei acredita que Pyongyang possa regressar ao Tratado de Não-Proliferação.

Entretanto, o negociador norte-americano para a questão nuclear na Coreia do Norte, Christopher Hill, deve chegar nos próximos dias à capital norte-coreana para tentar desbloquear o impasse nas conversações a seis (China, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Estados Unidos e Coreia do Norte).

Recordo que a Coreia de Kim Jong-il (ou sabe-se lá já de quem) anunciou a intenção de acordar o seu programa nuclear alimentado a plutónio.

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Andrei Lankov é um professor russo que dá aulas na Universidade Kookmin, em Seul.

Entrevistei-o quando estive na Coreia do Sul, já que ele tem dedicado boa parte da sua vida académica a estudar esta delicada questão das Coreias.

Esta quarta-feira, o Asia Times Online publica um artigo muito interessante de Lankov: “Pyongyang defies all odds”.

Lankov sublinha, entre outras coisas, que a revolta só acontece quando o povo encontra alternativas mas explica porque é que a queda do regime norte-coreano é um caminho com mais pedregulhos do que os caminhos da libertação na Europa de Leste ou na União Soviética dos anos 70, do século XX.

(…) Revolutions usually begin when the ruling elite either belatedly attempts half-baked and inconclusive reforms (thus admitting that system is not prefect, but not giving enough to the dissatisfied populace) or the leaders showed signs of internal disunity. In North Korea, none of these conditions is met. The elite is united, grassroots social activity of any kind is not tolerated, alternatives to the current existence remain largely unknown to the public. (…)

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[Foto: AFP – um homem olha as notícias sobre Kim Jong-il numa TV sul-coreana]

Os cinco médicos chineses que estão a cuidar de Kim Jong-il permanecem na Coreia do Norte. O jornal sul-coreano JoongAng Daily escreve que isso pode ser um sinal de que o “Querído Líder” está a recuperar lentamente do suposto acidente vascular cerebral.

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Ainda de férias, interrompo apenas para dar conta de uma especulação.

Ontem, a República Popular Democrática da Coreia celebrou 60 anos de vida mas Kim Jong-il não foi à festa.

O mundo interroga-se: estará o líder norte-coreano doente? Ou terá mesmo morrido?

No Diário de Notícias, lia-se que Depois de Kim ‘morrer’ já falou com Putin e Hu.

A Associated Press escrevia que pouco se sabe sobre o sucessor de Kim Jong-il.

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