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Posts Tagged ‘Coreia do Sul’

A Coreia do Sul está a acordar para o dia 11 e os editoriais de alguns dos principais jornais sul-coreanos espelham a gravidade da situação.

Korea JoongAng Daily

The government has announced that North Korea was behind the March 20 cyberattacks against three major television networks and two financial companies in Seoul.

A joint response team comprised of the government, military and civilian sectors said that a cyberattack unit under the Reconnaissance General Bureau of North Korea had committed malicious cyberterrorism on main servers and personal computers by erasing more than 48,000 documents after thoroughly preparing to plant malignant code for as long as eight months.

The Korea Herald

Bracing for the worst

What will it take for North Korea’s young, inexperienced leader to realize that his attempts to blackmail South Korea and its allies will not work and could instead put him on a slippery slope to ruin?

As his previous provocations, such as a nuclear test and missile launches, failed to intimidate Seoul and Washington, Kim Jong-un has started to play a new card ― the shutdown of the Gaeseong industrial complex.

But he should be careful what he wishes for. The closure of the complex, widely seen as a symbol of inter-Korean cooperation and the last exchange link left between the two Koreas, could prove to be his undoing.

Korea Times

Cyber warfare Seoul must review preparedness for new breed of attack

North Korea was pinpointed Wednesday as the perpetrator of a massive cyber attack that paralyzed more than 30,000 computers and servers at the nation’s banks and broadcasters last month.

The Ministry of Science, ICT and Future Planning said the series of cyber attacks on March 20, 25 and 26 resembled methods North Korea had attempted in previous cases. According to news reports, six computers in North Korea were used to access South Korean servers using more than 1,000 IP addresses overseas and 13 of those IP addresses were traced back to North Korea. Surprisingly, the attack had been planned for eight months before it was launched.

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A Coreia do Norte estará prestes a lançar um míssil de longo alcance. De teste, dizem os norte-coreanos.

Repetem-se os argumentos e as críticas. A comunidade internacional a prometer isolar ainda mais o país; e a Coreia do Norte a sublinhar o seu direito a experimentar a sua produção balística.

O jornal The Telegraph publica imagens recentes que parecem indicar que o lançamento do míssil norte-coreano está para breve.

[imagem retirada daqui]

Imagem

Em declarações à agência de notícias Yonhap, uma fonte militar sul-coreana não identificada estima que o lançamento deste míssil custará qualquer coisa como 850 milhões de dólares. O suficiente para comprar duas toneladas e meia de milho chinês e alimentar toda a população norte-coreana durante um ano.

Mas, antes mesmo de um lançamento balístico que promete enfurecer a comunidade internacional, o Partido dos Trabalhadores vai eleger Kim Jong-un como o seu secretário-geral, cargo ocupado anteriormente pelo pai, Kim  Jong-il. A reunião (sempre) magna do Partido dos Trabalhadores  servirá também para preparar as celebrações do 100º aniversário de nascimento de Kim Il-Sung, o fundador da República Popular democrática da Coreia.

Depois do “Grande Líder” e do “Querido Líder”, Kim Jong-un é agora apontado como “o Grande Sucessor”.

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[Imagem gentilmente retirada do blogue: A medida de todas as coisas]

O brasileiro Luiz Eleno viajou até à Coreia do Sul e conta tudo sobre esta “meia volta ao mundo” aqui.

Primeira impressão que eu tive da Coreia: que este é um país de Primeiro Mundo. Pode ser que a pobreza esteja muito bem escondida, mas o que eu vi foi apenas desenvolvimento e organização. A começar do meu ponto de chegada, o aeroporto de Incheon. Deixa o de Frankfurt e o Charles de Gaulle no chinelo. Em tamanho, limpeza e ordem. Depois: o sistema de transporte público de Seul. Tem gente  que diz que o metrô de São Paulo é um dos melhores do mundo. Eu também pensava assim. E pode até mesmo ser, mas não chega aos pés do sistema de trens urbanos de superfície e subterrâneos de Seul. Em número de habitantes, São Paulo e a capital coreana são praticamente iguais. Mas, em número de estações de metrô (e, mais importante, em área coberta por linhas de metrô) Seul ganha disparado. Uma vergonha para nós.

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Chama-se Kang Dong-rim, tem 30 anos e é sul-coreano. Trabalhou numa fábrica de semi-condutores da Samsung e, mais tarde, numa quinta de porcos no sul da Coreia do Sul.

Kang há muito que acalentava um sonho: viver na Coreia do Norte. Assim escreve a agência de notícias do regime norte-coreano, KCNA.

Ontem, o desejo (ou devaneio?) cumpriu-se. Sem confirmações do governo de Seul, mas badalado do outro lado da Península, Kang terá desertado para a Coreia do Norte, através da fronteira mais militarizada do mundo.

O caso é raro. Pyongyang sabe disso e por isso recebe Kang de braços abertos e oferece-lhe o guarda-chuva do “tratamento caloroso”.

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A Coreia do Norte pediu desculpa à Coreia do Sul pelas cheias de Setembro que mataram seis sul-coreanos!

Neste clima de aparente mudança, leia-se aquilo que o jornal do regime norte-coreano escreveu ontem, a propósito do reinício dos encontros das famílias separadas pela guerra:

The reunion of separated families and relatives from the north and the south of Korea was successfully held at Mt. Kumgang resort on the occasion of the Harvest Moon Day this year. The reunion proved once again the inevitability of the implementation of the June 15 joint declaration and the October 4 declaration and offered an important occasion for putting spurs to the improvement of the inter-Korean relations in the direction of reconciliation and unity, cooperation and exchange.

It is the requirements of the era and the aspiration of the whole nation for the north and the south to fully cooperate in various fields including economy, social culture and humanitarianism as required by the historic June 15 joint declaration and the October 4 declaration.

The north and the south should continue to carry forward the atmosphere of cooperation and exchange, including the resumption of the tour of Mt. Kumgang and Kaesong and the revitalization of the Kaesong Industrial Zone, on the basis of the recent achievement.

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Horas depois de uma oferta sul-coreana para o diálogo, a Coreia do Norte testou cinco mísseis de curto alcance.

Será que isto é um sim?

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A Coreia do Sul vai hoje propor à Coreia do Norte uma reunião para tentar prevenir enchentes no Sul provocadas por barragens norte-coreanas.

A informação foi publicada pela Agência Yonhap, que cita fontes do Ministério da Unificação sul-coreano.

A oferta desta reunião de trabalho acontece depois da recente cheia no rio Imjin, na fronteira entre os dois países, que provocou a morte de seis sul-coreanos, depois da Coreia do Norte ter aberto uma barragem sem aviso prévio.

A Coreia do Sul também quer levar para este encontro a questão das famílias separadas pela guerra.

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Os sons da minha viagem à Coreia do Sul, condensados na reportagem “Vidas sem Paralelo”.

Para ouvir no próximo Domingo, dia 4 de Outubro, no programa Visão Global, da Antena 1, entre as 12h e as 13h.

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Lido na Angola Press:

Kuito – O director da Saúde no Bié, José Augusto Gonçalves, informou terça-feira, no Kuito, que o sector que dirige foi reforçado em 2008 com 40 médicos estrangeiros que contribuíram para o melhoramento da situação sanitária da província.

Em declarações à Angop, o responsável sublinhou que entre os médicos figuram profissionais vindos das repúblicas de Cuba, da Rússia, do Vietname, da Correia do Norte e da Coreia do Sul.

Os profissionais, segundo ele, são formados nas especialidades de medicina, pediatria, ortopedia, cirurgia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, entre outras. 

Alguns destes médicos reforçaram o hospital central do Bié, e outros foram colocados em algumas unidades sanitárias municipais de referência.

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A eleição de Barack Obama promete uma nova era (também) para as Coreias.

Com a Coreia do Sul já ouve um contacto telefónico. O presidente Lee Myung-bak não precisou de tradutor para felicitar Obama e juntos prometeram gizar soluções para a península coreana.

Do lado da Coreia do Norte, ainda não houve contacto mas o director-geral do Departamento norte-coreano para as Relações com Washington, Ri Gun, disse aos jornalistas que Pyongyang está disposto a dialogar com qualquer governo norte-americano, independentemente da linha que Obama queira seguir em relação à Coreia do Norte.

Será que há um “yes we can” para esta península?

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O governador da província sul-coreana de Gangwon quer criar uma zona de paz na fronteira militarizada que (des)une as Coreias há mais de 50 anos.

 

Kim Jin-sun apresentou um plano de desenvolvimento para a região que tem como objectivo atrair o turismo internacional e criar um complexo industrial na zona do paralelo 38.

 

Para Kim este projecto seria:

 

Um símbolo de vida e paz

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Fidel não concordava com o projecto nuclear norte-coreano e advertiu o regime de Kim Jong-il há um ano sobre os danos das armas nucleares. O líder da revolução cubana escreveu as suas reflexões sobre a península coreana. Só não sei se é gralha ou ignorância de Fidel: Kim é Jong e não Song-il!

 

Cuando se produjo hace alrededor de un año el ensayo pertinente, le transmitimos al Gobierno de Corea del Norte nuestros puntos de vista sobre el daño que ello podía ocasionar a los países pobres del Tercer Mundo que libraban una lucha desigual y difícil contra los planes del imperialismo en una hora decisiva para el mundo.  Tal vez no fuera necesario hacerlo.  Kim Song Il, llegado a ese punto, había decidido de antemano lo que debía hacer, tomando en cuenta los factores geográficos y estratégicos de la región. 

 

Nos satisface la declaración de Corea del Norte sobre la disposición de suspender su programa de armas nucleares.  Esto no tiene nada que ver con los crímenes y chantajes de Bush, que ahora se jacta de la declaración coreana como éxito de su política de genocidio.

 

 

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É uma notícia que vem no jornal sul-coreano Chonsun Ilbo.

No último mês, a Coreia do Norte fez dez voos perto da fronteira com a Coreia do Sul. Os caças norte-coreanos – alguns MIG-21 – fizeram com que Seul mobilizasse também os seus aviões. É um claro sinal da “tensão aérea” que se vive.

Pela primeira vez, o jornal norte-coreano Rodong Sinmun publica um artigo em que critica aberta e publicamente o novo presidente sul-coreano, Lee Myung-bak. Em resumo, o artigo acusa Lee de estar a matar a reunificação da península.

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Kim Dae-jung foi presidente da Coreia do Sul de 1997 a 2003.Em 2000 ganhou o  Nobel da Paz pelo esforço na reconciliação das Coreias. Esta quinta-feira criticou a extinção do Ministério da Unificação, anunciada pelo recém eleito presidente sul-coreano, Lee Myung-bak. Mais sobre Kim Dae-jung, aqui.

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Lee Myung-bak, o presidente sul-coreano recém-eleito, diz estar disposto a encontrar-se com Kim Jong-il, se isso ajudar a pôr um ponto final no programa nuclear do vizinho norte-coreano.

Entretanto, Christopher Hill, o norte-americano destacado por Bush para tratar desta “pedra no sapato”, já esgotou a paciência e impôs um prazo: o desmantelamento e a divulgação de todos os programas nucleares norte-coreanos devem acontecer até final de Fevereiro. Isto se Pyongyang quiser manter o acordo de desarmamento, ou seja, “para cá as armas, toma lá combustível”.

No calendário, Fevereiro é o mês mais pequeno.

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Não é fácil gostar de Kimchi, um prato típico do gourmet coreano. As fotos foram tiradas na Coreia do Sul, numa viela escondida no meio do lufa-lufa de Seul. Na gastronomia a Coreia não ergueu fronteiras. O kimchi é do Norte e do Sul. Apesar do fosso no campo da nutrição diária.

 

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Estas imagens mostram o ingrediente principal do Kimchi, vulgarmente conhecido como malagueta. É um prato em que se utilizam vegetais, principalmente couve, que ficam a fermentar durante alguns dias com este produto hiper picante.

Provei este prato, pela primeira vez, em Pyongyang e jurei para nunca mais. Mas quebrei as juras, tentei novamente e apaixonei-me por tão inolvidável sabor. De tal forma que, quando cheguei à capital sul-coreana, dei por mim a entrar sozinha num restaurante e a pedir porco com kimchi. Trouxe até kimchi para Portugal. Não consegui, no entanto, arranjar fãs.

Acho que é um daqueles paladares que só se consegue adquirir e amar in loco.

E pronto, hoje dei por mim a pensar no kimchi, na saudade ardente que sinto daquela península…

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Mais um balanço da KCNA, que cita uma fonte militar norte coreana.

No último ano, os Estados Unidos e a Coreia do Sul fizeram 2250 voos de espionagem sobre a Coreia do Norte e o reconhecimento aéreo teve um pico em Agosto com “exercícios militares para agressão”.

O mais interessante é que estas aspas aparecem conectadas a um “it said” qualquer. A tal fonte militar.

Os sinais gráficos continuam para dizer que, “mantendo o ritmo da espionagem aérea dos imperialistas norte-americanos, os mercenários sul-coreanos enviaram todos os dias dois ou três RC-800 e RF-4C, para espionagens aéreas caprichosas”.Assim, tal e qual, numa tradução livre.

As coisas andavam a correr tão bem que só apetece fazer uma espécie de adaptação “scolariana-gato-fedorenta”: e é assim que lá vão?

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Os ministros da defesa, sul-coreano e norte-coreano, começam hoje um encontro de três dias em Pyongyang, para discutir garantias de segurança, na viagem de comboio a ser feita diariamente entre Munsan (Sul) e Bongdong (Norte).

Esta ligação ferroviária ficou decidida no início deste mês, tendo como objectivo abastecer o complexo industrial de Kaesong (na Coreia do Norte).

Parece ser o renascer da cooperação económica na península coreana.

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