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Archive for the ‘Kim Jong-il’ Category

Ganhou, pediu, exigiu…não importa o verbo. Importa a ação. Ou será ao contrário?

Kim Jong-un faz, desde a morte do pai, em Dezembro do ano passado, um percurso político-militar relâmpago. Agora, foi promovido a marechal do exército. Basta ler a wikipédia – com todos os erros que possa ter – para perceber que não se chega a marechal por dá cá aquela palha.

Ora, assalta-se-me uma questão (tipo “quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?): terá Kim Jong-un inspirado Miguel Relvas ou Miguel Relvas Kim Jong-un?

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[Foto gentilmente retirada daqui]

Kim Jong-un estará a seguir o exemplo do pai e do avô, ao livrar-se, desta vez, do vice marechal Ri Yong Ho (à esquerda na foto), o homem que o ajudou na difícil tarefa de sucessão.

A agência oficial de notícias, KCNA, escreve que Ri Yong Ho foi afastado de diversos cargos por razões de saúde. Já a agência Associated Press estranha porque o mentor de Kim Jong-un foi visto há poucos dias em público e parecia gozar de perfeita saúde.

A fórmula para afastar incómodos não será nova.

 

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A Coreia do Norte publicou um Índice Global de Felicidade. Adivinhem quais são os países mais felizes do mundo? Aqui segue o top 5:

1 – China

2 – Coreia do Norte

3 – Cuba

4 – Irão

5 – Venezuela

No lugar 203º, aparecem…os Estados Unidos, o último do ranking norte-coreano e, por isso mesmo, o país mais infeliz do mundo.

Mais, aqui e aqui.

E como segundo país mais feliz que é, e como as crianças são o melhor do mundo, e como felicidade rima com criançada (não rima, mas está bem), aqui fica um vídeo desse grande dia 1 de Junho celebrado nesse grande paraíso que é a Coreia do Norte.

E deixo-vos também com um vídeo do líder do segundo país mais feliz do mundo, Kim Jong-il, que mostra a sua recente viagem até ao país (esse sim) mais feliz do mundo: a China.

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[Amnistia Internacional – Foto da família Oh, tirada em 1991, e a única imagem do campo de Yodok]

Com base em novas imagens de satélite e em testemunhos de ex-prisioneiros políticos, a Amnistia Internacional (AI) estima que existam cerca de 200 mil pessoas encarceradas nos “campos de reeducação” norte-coreanos.

A Amnistia diz que, nesses campos, a tortura é prática recorrente e os prisioneiros são tratados como escravos.

Sam Zarifi, da AI, sublinha que a “Coreia do Norte não pode mais negar o inegável” e que “há centenas de milhares de pessoas que vivem praticamente sem direitos e tratados comos escravos”. Zarifi diz ainda que esta é uma das piores situações que a Amnistia tem documentado “nos últimos 50 anos”.

A Aministia Internacional diz que Kim Jong-il deve “fechar estes campos imediatamente”.

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Mais uma vez, Kim Jong-il aparece como um dos líderes que mais sufoca a imprensa – de acordo com a lista da organização Repórteres Sem Fronteiras – e está a educar o filho, Kim Jong-un, para que a censura não perca fôlego.

Each day his activities, or those of his father or children, begin the TV news broadcasts and are front-page stories in the newspapers. The misspelling of his name suffices to send the culprit to one of North Korea’s ideological re-education camps. In 2008, Kim Jong-il ordered the security forces to prevent foreign videos, magazines, telephones, computers and CDs from entering the country from China. Several people have been executed for using mobile phones without permission.

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[Foto: Matt Douma/LOS ANGELES TIMES]

Mais um relato da vida luxuosa de Kim Jong-il por um antigo guarda-costas.

Lee Young-guk trabalhou 10 anos para o líder norte-coreano. Até 1988. Ao longo do tempo, sempre sem sair de Pyongyang e do círculo fechadíssimo de Kim Jong-il, Lee também tinha direito a alimentos importados como tangerinas, bananas, abacaxis, carne de urso e de tartaruga. E achava que todos viviam assim na Coreia do Norte.

Um dia, o primo conseguiu um trabalho como motorista da família Kim e Lee decidiu abandonar o seu posto de guarda-costas, já que as regras dizem que não pode haver mais do que um membro da mesma família a trabalhar para Kim Jong-il.

Lee apanhou um comboio para a terra-berço – que ficava junto da fronteira com a China – e testemunhou um país miserável. Vista da janela do comboio, aquela não era a mesma Coreia do Norte que Lee via da janela do palácio de Kim Jong-il.

Desertou para a Coreia do Sul em 2000.

“The whole country was miserable. On the train there was vinyl instead of glass on the window, even though it was in the middle of winter,” he wrote in his 2002 memoir, “I Was a Bodyguard for Kim Jong Il.”

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              [Foto: KCNA - Monte Paektu, lugar onde alegadamente nasceu Kim Jong Il]

Kim Jong Il faz hoje anos. Esse parece ser um facto.

A dúvida está no ano de nascimento. De acordo com os norte-coreanos, o líder faz hoje apenas 69 anos, mas há documentos russos e norte-americanos que dizem que Kim Jong Il nasceu em 1941 e que, portanto, completa hoje 70 anos.

A data terá sido forjada pelo Grande Líder, Kim Il Sung, até porque assim ficariam – pai e filho – com uma redonda diferença de idades de 30 anos. Significa que, pelos cálculos norte-coreanos, 2012 servirá para marcar o centenário do presidente eterno, Kim Il Sung, e o septuagenário do actual líder Kim Jong Il. Uma coincidência que dará, certamente, origem a vastas celebrações no próximo ano.

E some-se a sucessão que está na calha e tudo calha bem em 2012. Não havendo certezas de quando nasceu Kim Jong Un (o próximo na cadeira do poder), suspeita-se que o rapaz terá 28 anos. Ora, se ele fizer 29 ainda este ano, fará 30 no próximo que é, precisamente, 2012!

Mas voltando ao aniversário de Kim Jong Il, entre outras prendas, o líder norte-coreano recebeu mais uma dissidência no sapato. Um norte-coreano atravessou a fronteira do paralelo 38 rumo à Coreia do Sul, virando as costas às celebrações do aniversário de Kim Jong Il.

Enquanto isso, a poucas horas das celebrações, Kim Jong Chul, o segundo filho de Kim Jong Il, terá sido visto em Singapura a assistir a um concerto de Eric Clapton. Se calhar estava a convencer o músico britânico a dar um espectáculo em Pyongyang. É que, não vai há muito tempo, a Coreia do Norte convidou Eric Clapton a dar música ao líder, mas até agora…nada.

A Coreia do Sul também quis associar-se às festividades do líder vizinho e, como já vem sendo hábito, enviou balões para o Norte da península com mensagens anti-Pyongyang.

Escreve o  The Guardian que as celebrações deste ano não tiveram grande aparato e que o governo norte-coreano não conseguiu cumprir a tradição de distribuir rações alimentares mais generosas por toda a população, sempre que se assinala o aniversário de Kim Jong Il ou do presidente eterno já morto, Kim Il Sung.

Parece até que as embaixadas da Coreia do Norte, espalhadas pelo mundo, receberam ordens para lançarem apelos de ajuda alimentar aos governos estrangeiros.

Porém, basta ler a KCNA (a agência de notícias norte-coreana) para se perceber cada vez menos o que se passa neste país. Quando é que nos preocupamos a sério?

People from all walks of life and school youth and children significantly celebrated the birthday of leader Kim Jong Il.
An endless stream of officials, working people and school youth and children visited the venue of the 15th Kimjongilia Festival in Pyongyang and the Kimjongilia exhibition halls in provinces.
Performances were given at theaters and halls in Pyongyang, Kanggye, Hamhung, Chongjin and Wonsan cities, Taehongdan, Phyongwon and Kangryong counties and other areas before capacity audience.
Workers of the Kim Chaek Iron and Steel Complex significantly spent the holiday enjoying art performance, while producing much more iron and steel.
Sports and amusement games including volleyball, Korean chess and Yut-games were held in units including the February 8 Vinalon Complex, the Musan Mining Complex, the Namhung Youth Chemical Complex, the Anju Area Coal Complex, the Sinuiju Cosmetics Factory and the Hyesan Youth Mine.

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