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Archive for the ‘China’ Category

Conheci Tim Peters em 2006, na Coreia do Sul. Tim é o fundador da Helping Hands Korea e chegou há dois dias da China, onde vai muitas vezes ajudar os refugiados norte-coreanos.

Desde que Kim Jong-un chegou ao poder, o número de refugiados norte-coreanos tem vindo a diminuir. Nesta entrevista, Tim Peters explica por que razão ter menos refugiados é um mau sinal.

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…que têm sido (aparentemente) muito agitados.

Por vezes, não sei se são, de facto, as coisas a agudizarem-se ou se os media estão sem assunto e apontam, de novo, a agulha para a península coreana.

As ameaças que vêm da Coreia do Norte têm apenas uma diferença, um novo protagonista: Kim Jong-un. Mas é apenas a minha opinião. Outros – a maioria – terão outra.

De qualquer forma, deixo-vos algumas das ideias que têm sido publicadas a propósito da mais recente escalada de violência verbal.

Why North Korea Keeps On Raising Peninsula Tensions?

U.S. Defense officials: North Korean threats are ‘bellicose rhetoric’

Reporter In Seoul Reveals South Korea’s Real Attitude Towards North Korea

A versão norte-coreana pelo catalão Alejandro Cao de Benos

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Hoje é dia de São Valentim. E quem ama também odeia.

Uma boa história de amor tem sempre, admitamos, uma boa briga pelo meio.

Briga-se sabendo que se ama.

A China condenou o mais recente teste nuclear norte-coreano, mas nunca o volume de negócios entre estes dois países vizinhos foi tão intenso. A China dá o combustível ao país que incendeia o mundo com as suas acções; e a Coreia do Norte presenteia a China com os seus preciosos minerais.

Isto é ou não, afinal, aquilo a que muitos chamam de amor?

Imagem

[imagem retirada daqui]

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– Ora bem, parece que me passou ao lado um tema quente, quente, quente: a suposta gravidez da primeira-dama norte-coreana: Ri Sol-Ju. E pronto. É só isto, que o assunto é parvo e mal fundamentado.

– A Coreia do Norte quer reabrir a sua embaixada em Canberra, na Austrália. O ministro dos Negócios Estrangeiros australiano, Bob Carr, diz que esta é uma boa oportunidade para o diálogo sobre a questão do atentado aos direitos humanos no país de Kim Jong-un. Cheira-me que esta declaração não será a melhor frase de boas-vindas para um país que sempre negou qualquer abuso…

– E se a reunificação fosse já hoje? Como seria a economia do Norte? Lê-se neste artigo que o custo da reunificação para o lado Sul está estimado em um trilião de dólares (whatever that means): “A Coreia do Norte poderá tornar-se num centro industrial low-cost, uma vez que gigantes tecnológicos sul-coreanos, como a Samsung, mandam fazer os seus produtos na China”.

– Na Coreia do Sul, diz-se que quando a Samsung espirra, o país constipa-se. O editorial de hoje do Chosun Ilbo fala do assunto com preocupação. Um país que dependa tão fortemente de uma só empresa tem a sua economia assente numa base muito frágil. Quase tão frágil como a campanha da Samsung em Portugal (pronto, vá, eu tinha de falar nisto).

– Ainda sobre Gangnam. Os residentes do bairro mais chique de Seul pagam mais quatro vezes pela educação privada dos seus filhos do que a média nacional.

Gravidez, diplomacia, futuro e educação. Quatro palavras-chave para ir de fim-de-semana!

[E que tal mais um voto no Coreia do Norte, categoria de Actualidade Política-Internacional aqui:http://aventar.eu/blogs-do-ano-2012/blogs-do-ano-2012-votacoes-1a-fase-14/ E aqui para blogger do ano: http://aventar.eu/blogs-do-ano-2012/blogs-do-ano-2012-votacoes-1a-fase-44/ ‘gradecida!]

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Este título tanto pode ser uma afirmação como uma interrogação.

Quem estuda o enigmático lado Norte da península coreana, diz que há uma nova forma de governar a Coreia do Norte. Um Kim mais dinâmico, com vontade de reformar o país.

Muito pouco se sabe sobre a vida de Kim Jong Un – até Alejandro Cao de Benos o reconhecia em 2010 *- mas o novo líder norte-coreano terá estudado na Suíça e, portanto, terá a noção de que o isolamento só leva o país à pobreza.

Kenji Fujimoto, nome fictício, trabalhou 13 anos como chef para Kim Jong Il, desde o final dos anos 80, e, pela primeira vez em 11 anos, regressou à Coreia do norte, a convite de Kim Jong Un.

De regresso ao Japão, Kenji disse aos jornalistas que o novo Kim quer reformar a Coreia do Norte ao estilo chinês. Terá dito Kim: “quando vou ao Japão ou à Europa vejo que há um grande fluxo de produtos e comida, mas quando chego aqui ao Norte não há nada. Será preciso estudarmos as políticas chinesas?”

A verdade é que Kim Jong Un aparece com mais frequência ao povo do que aparecia o pai, quase sempre acompanhado pela mulher, a sorrir e a dar mais abraços e beijos, e até Mickey e Winnie the Pooh, desenhos animados dos Estados Unidos, já foram aplaudidos pelo “Grande Sucessor”.

O futuro da Coreia do Norte a este Kim pertence. Ou não.

* – Alejandro Cao de Benos é o presidente e fundador da KFA (Korean Friendship Association). Ele garante  que é o único estrangeiro a representar a Coreia do Norte fora de portas.

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Não é um espirro e quer dizer “amanhã”.

O Achim é um tablet que a agência estatal norte-coreana, a KCNA, diz ser um sucesso entre os estudantes e totalmente desenvolvido e fabricado na Coreia do Norte, pela Electronics Development Company. Pesa 300 gramas e tem cinco horas de autonomia.

No entanto, coloca-se em causa este made in DPRK. Especula-se que poderá ser fabricado na China e anunciado na Coreia do Norte como sendo de produção nacional. As imagens que acompanham a notícia da KCNA mostram homens e mulheres, supostamente engenheiros electrónicos, que seguram nas mãos o Achim, mas não o seu interior.

Já em tempos foram mostradas outras imagens do fabrico de um pc, numa fábrica norte-coreana, cujos componentes electrónicos pareciam pertencer mais ao interior de uma televisão do que ao interior de um computador.

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Há cerca de um mês, estava eu a aterrar em Lisboa, vinda dos Estados Unidos, mas a minha bagagem não.

Passado uns dias, lá fui buscar os meus pertences ao Aeroporto de Lisboa e, até aqui, tudo bem.

Quando cheguei a casa, abri a mala para arrumar as coisas e vejo tudo num novelo completo.

“Ou foram os trambolhões da viagem ou arrumei muito mal a trouxa e já não me lembro”, pensei. Ingénua…

Não me faltava nada, a mala vinha intacta, sem um sinal que fosse de arrombamento.

Às tantas, reparo que há um presente que vem rasgado (na foto parece muito compostinho, mas notam-se bem os rasgões).

Continuei a pensar que estava com um brutal ataque de amnésia. “Está bem que comprei o presente para mim própria, mas não me lembro de o ter aberto antes”.

E lá fui continuando a tirar as peças de roupa, amarfanhadas como só elas, até que descubro este papel no interior da mala:

Os senhores dos serviços de segurança do aeroporto  – presumo que de Nova Iorque, já que eu estava em escala – consideraram que este meu embrulho representava uma potencial ameaça para os seus cidadãos…

Cedo devem ter percebido o exagero. Ora vejam o que continha o perigoso presente:

Pois que não é mais do que um raspador de língua, comprado numa loja de brinquedos texana, com a imagem de Kim Jong-il, o líder norte-coreano, perseguido por meninas loucas que gritam “Querido Líder: o seu hálito é tão fresco!”

Resta-me acrescentar que o brinquedo ameaçador é vendido nos EUA mas é Made in China!

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