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Archive for Fevereiro, 2013

Se Kim Jong-il fosse vivo, faria amanhã 71 anos. Ora, como amanhã devo estar ocupada e como este blogue já tem quase sete anos e, portanto, já aqui falei, pelo menos, seis vezes dessa data “bonita”, eis que este ano vos “presenteio” antecipadamente com um documentário sobre a mãe do “Querido Líder”: a Sô Dona Kim Jong Suk, uma “grande revolucionária”, de acordo com os livros norte-coreanos.

É isto.

[é impressão minha ou este post tem aspas a mais?]
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A torre de Juche

Encontrei esta infografia, quase por acaso, sobre o desenvolvimento da ideologia de Juche. Não está actualizada, já tem algum tempo, falta-lhe apenas a chegada de Kim Jong-un ao poder. Mas resume.

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Hoje é dia de São Valentim. E quem ama também odeia.

Uma boa história de amor tem sempre, admitamos, uma boa briga pelo meio.

Briga-se sabendo que se ama.

A China condenou o mais recente teste nuclear norte-coreano, mas nunca o volume de negócios entre estes dois países vizinhos foi tão intenso. A China dá o combustível ao país que incendeia o mundo com as suas acções; e a Coreia do Norte presenteia a China com os seus preciosos minerais.

Isto é ou não, afinal, aquilo a que muitos chamam de amor?

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[imagem retirada daqui]

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Depois do polémico post sobre o soldado Young Jin Han, cumpre-me partilhar convosco este artigo muito interessante da revista The Economist sobre uma sociedade fechada onde estão a acontecer paulatinas mudanças. Onde o capitalismo começa a espreitar por detrás da cortina. Onde o dinheiro serve de suborno a quem não quer ter problemas. Onde os habitantes conseguem ter, cada vez mais, acesso às noticias do exterior e estão a perder o medo de partilhar informação.

De acordo com o mesmo artigo, esta última mudança tem dois efeitos. Por um lado, quem acede a essa informação consegue, naturalmente, perceber as discrepâncias no que se refere ao nível de vida e, portanto, começa a não ter problemas de consciência em secundarizar o “amor” ao regime, para dar prioridade ao dinheiro e ao contrabando de produtos vindos da China. Por outro lado, a nova torrente informativa dá uma nova perspectiva da Coreia do Norte aos chamados “outsiders”. Ou seja, quase todos nós.

E no meio de tantas novas perspectivas, destaco a da jovem norte-coreana Jeon Geum que fugiu do seu país em 2011. Fugiu, não porque passava fome, mas porque – graças à informação que ia obtendo ilegalmente (através de filmes sul-coreanos e americanos) – sonhava poder usar jeans, jóias e conduzir um carro desportivo vermelho, ao mesmo tempo que usava óculos de sol.

Alguns dirão que os sonhos desta jovem eram fúteis, mas Jeon chegou a ser detida pelas autoridades só porque, um dia, usou um chapéu de inverno onde estavam escritas as palavras “New York”. Saiu em liberdade quando a mãe, comerciante do mercado negro, ofereceu duas dúzias de maços de cigarros à polícia.

Leiam, aqui.

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