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Archive for Abril, 2010

[Foto: BBC4]

Uns dizem – muito mais uns do que outros – que o governo de Pyongyang só vai transmitir os jogos do Mundial que derem vitória à Coreia do Norte.

Mas há outros que garantem que as vitórias e as derrotas vão ser transmitidas. No entanto, como a Coreia do Norte não paga os direitos de transmissão – e por via dos fusos horários – os jogos só vão ser transmitidos  um dia depois. 

A garantia foi dada ao Copa do Mundo, que falou com Nick Bonner, produtor do documentário “The Game of their Lives”, e dono de uma das poucas agências de turismo autorizadas a organizar excursões para a Coreia do Norte. Nick pode ter algum interesse em proteger a imagem da Coreia do Norte, mas é também um dos “outros” e poucos ocidentais a conhecer bem o país de Kim Jong-il.

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[Foto: Marwan Naamani/AFP/Getty Images]

O povo do Zimbabué não esquece a influência dos norte-coreanos na guerra civil, durante os anos 80 do século XX, quando um grupo de rebeldes foi treinado pela Coreia do Norte, o que fez aumentar as consequências do conflito. Estima-se que entre 8 a 20 mil pessoas tenham morrido.

A memória desse conflito pode afectar a preparação dos norte-coreanos para o Mundial de Futebol, que escolheram o Zimbabué para os preparativos. Há uma onda de protestos prometidos e promovidos por quem ainda tem memória no Zimbabué.

Mais no The Guardian:

Political activists say the North Korean players are not welcome. Max Mkandla, of the Liberators Peace Initiative, whose father was killed in Gukurahundi, said: “We don’t want anything from Korea because that reminds us what they did, training the locals to slaughter the people of Matabeleland. To look in the face of the Koreans reminds us what happened here.”

He warned: “People are mobilising for a showdown to make sure they don’t come. We will find their hotel and something will be done. I cannot reveal what.”

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Personal Shopper

Kim Jong Ryul tem 75 anos, fingiu a morte na Coreia do Norte e escapou para a Áustria, em 1994.

Jong Ryul era o homem que fazia compras luxuosas para o líder norte-coreano e, agora, resolveu publicar um livro.

O Los Angeles Times tem a história:

About 15 years ago, Kim says, he exchanged his upper-echelon North Korean government job for a lonely underground existence in Austria, where he remains in constant fear of assassination.

(…)

For 20 years, the mechanical engineer and onetime army colonel who went to college in the former East Germany purchased industrial goods, luxury Mercedes-Benz cars and weapons for the North Korean leadership.

His shopping list also included such sensitive items as mass spectrometers that can be used, among other purposes, in identifying uranium and plutonium particles. Kim spoke fluent German, English and Japanese, having learned the latter, he says, from watching TV. Young, intelligent and well educated, he was the perfect person to send on lavish shopping sprees to Europe. Vienna was the ideal hub for business dealings in Germany, Switzerland and France, he says.

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Lidas

Não é que o meu esteja muito mais avançado…

Jornal de Notícias:

Sistema informático da Coreia do Norte está 10 anos atrasado

Um Gomes julgado em Pyongyang…

Diário de Notícias:

Oito anos de trabalhos forçados para americano que entrou ilegalmente no país

Tipo: eu posso e vocês não…

Diário de Notícias:

A nova doutrina estipula muito claramente que um Estado que não tenha armas nucleares e que respeite o TNP [Tratado de Não Proliferação] terá a garantia de que não utilizaremos armas nucleares contra ele“, explicou o Presidente Barack Obama, numa entrevista ao NY Times.

Sistema informático da Coreia do Norte está 10 anos atrasado

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Regressando, aos poucos, a um dos blogues do meu coração (o outro também é U-ganda blogue), deixo uma polémica com origem no Senegal e que envolve mão-de-obra norte coreana.

Uma estátua de bronze, de cinquenta metros, numa colina de Dacar, está a provocar a polémica no Senegal.

A obra é inaugurada hoje – um dia antes do país celebrar os 50 anos da independência – e chama-se “Monumento do Renascimento Africano”.

(…)

A obra custou 15 milhões de euros e foi encomendada a uma empresa da Coreia do Norte. Choveram, por isso, os protestos, num país onde o emprego é escasso. (mais aqui)

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