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Archive for Maio, 2009

EUA podem responder

Lido nas notícias da Globo, traduzido da Agência EFE:

O secretário de Defesa americano, Robert Gates, anunciou hoje que os Estados Unidos responderão caso as ambições nucleares da Coreia do Norte representem uma ameaça para seu país ou seus aliados.

“Não ficaremos parados” enquanto a Coreia do Norte desenvolve capacidade para semear a destruição nesses alvos, disse Gates em discurso em Cingapura, onde participa da conferência asiática sobre segurança.

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Alerta

A agência sul-coreana Yonhap acaba de anunciar mais um míssil de curto alcance lançado pela Coreia do Norte.

O jornal brasileiro Agora já faz a contagem às tropas e ao armamento do lado Norte e Sul:

Coreia do Sul tem armas mais modernas; a do Norte, mais soldados.

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Curtis Melvin é um estudante de doutoramento na Universidade de George Manson que estuda a Coreia do Norte, através do Google Earth.

Curtis é também o autor de um blogue que habitualmente consulto: North Korean Economy Watch.

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Chuva de Ameaças

Esta manhã, Pyongyang reiterou a ameaça: se o Conselho de Segurança da ONU avançar com sanções, a Coreia do Norte avança com “medidas de legítima defesa”.

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amnesty international

Acima da crise económica, o relatório de 2009 da Amnistia Internacional sublinha a crise dos direitos humanos.

Assim se resume a situação na Coreia do Norte:

There were reports that the authorities executed individuals to deter political and economic crimes.”

O relatório reúne dados de 157 países e porque todos têm telhados de vidro, Portugal também leva cartão vermelho pela violência contra as mulheres e pelos maus tratos praticados pelas forças de segurança.

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A partir de Nova Iorque, o brasileiro Caio Blinder faz “divagações sobre a loucura calculista da Coreia do Norte”.

Gostei tanto desta crónica publicada no Último Segundo que partilho aqui na íntegra:

NOVA YORK- Em meio à pirotecnia nuclear e verbal da Coreia do Norte, existem poucas luzes explicativas sobre os motivos e intenções do regime de Kim Jong-il. Há a versão de que o tirano precisa endurecer ainda mais (jamais com ternura) para assegurar a passagem do poder para o seu filho caçula. Neste caso, considerações domésticas falariam mais alto do que a típica chantagem de botar fogo para achacar mais do seguro internacional (concessões em negociações nucleares multilaterais e mais assistência para o país miserável).

Vamos ser sinceros e admitir que sabemos pouco sobre o que acontece nos porões da ditadura comunista norte-coreana de Kim Jong-il. Os “kimólogos” têm uma tarefa mais ingrata do que a os antigos “kremlinólogos” e “sinólogos” que tentavam decifrar o que se passava dentro do poder soviético ou da China dos delírios maoístas. Sabemos algo com boa margem de acerto: sem ajuda do vizinho chinês, o regime norte-coreano não sobrevive. Os chineses dão comida, alguma cobertura diplomática para um país tão marginalizado e impedem um êxodo em massa de refugiados.

Em espetáculos pirotécnicos passados encenados pelos tigrinhos norte-coreanos, os líderes chineses se recusaram a adotar dura pressão econômica. Não querem justamente desestabilizar o país vizinho. Ademais a sobrevida do regime comunista sempre teve alguma utilidade estratégica para Pequim. Mantém os norte-americanos ocupados com uma crise de proporções imprevisíveis e adia o cenário de reunificação da península coreana, o que significaria um mais poderoso aliado dos EUA na porta de casa.

A China, porém, não torce por um efetivo arsenal nuclear norte-coreano. Como a União Soviética nos tempos da Guerra Fria, não deseja que poderes subordinados tenham perigosas ferramentas militares independentes e teme que este status nuclear deflagre uma corrida armamentista regional. Um Japão militarmente nuclear seria uma ameaça a longo prazo para a China.
Fala-se muito que o ditador Kim Jong-il é um louco calculista, mas loucuras podem resultar em erros de cálculo. A China está cada vez mais irritada com as encrencas e provocações tramadas em Pyongyang. O regime de Pyongyang foi uma espécie de “inocente útil” para os interesses de Pequim. Hoje tem menos utiliidade e um potencial para causar muito estrago na ordem mundial.

Os chineses são acionistas cada vez mais importantes nesta ordem mundial. Não vão obviamente subordinar seus interesses à agenda norte-americana, mas existe uma simbiose de competição e cooperação entre a ainda única superpotência do planeta e a que está emergindo. Há indicações de menos relutância da diplomacia chinesa para endossar um novo pacote de sanções a serem amarradas no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Resta saber se o conceito de dureza dos chineses irá se afinar com o de países ocidentais e do Japão. A nova dimensão da crise norte-coreana pode ser um teste histórico para a China tratar o incômodo parceiro com o devido desrespeito, mas ainda com muito cuidado.

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Testes em análise

E como anda a  Coreia do Norte nas bocas do mundo?

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BBC Brasil:

Alguns analistas dizem que este teste nuclear pode ser uma tentativa de sustentar a legitimidade de um líder potencialmente enfraquecido aos olhos do público norte-coreano.

Revista Veja:

Pyongyang não está interessada em negociar, dizem especialistas.

Jornal Público:

Moscovo pôs em marcha uma série de medidas preventivas de segurança, inclusive militares, manifestando forte apreensão face à crescente tensão provocada pelo ensaio nuclear feito há dois dias pela Coreia do Norte. “Essa necessidade surgiu”, confirmou fonte das agências de segurança russas, citada mas não identificada pela Interfax, admitindo que a presente crise pode escalar para uma guerra nuclear.

CNN:

With decades of diplomacy unable to produce a denuclearized Korean Peninsula, it begs the question of whether it is time for a fundamental overhaul of U.S. policy toward North Korea. There are serious conversations in Washington and among capitals about whether North Korea has reached a “tipping point,” offering the world final proof it is intent on developing what it calls a “nuclear deterrent.”

ABC News:

A North Korean army spokesman also said the country was no longer bound by the armistice signed at the end of the 1950-53 Korean War because Washington had ignored its responsibility as a signatory by drawing South Korea into its naval initiative.

CSMonitor:

North Korea’s objectives have changed. It now seems hell-bent on establishing its nuclear status, having run through a string of provocations since January that really allowed no time for the kind of diplomatic response it aimed for in the past,” says Bruce Klingner, senior research fellow for Northeast Asia at the Heritage Foundation in Washington. “They left no chance for the diplomatic goodies, which suggests their interest in them is not what it used to be.”

The Australian:

Three lessons from Pyongyang’s test

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Os mísseis norte-coreanos mantêm o tom de desafio e Pyongyang celebra a retoma do programa nuclear.

E nem a condenação da comunidade internacional faz tremer o regime comunista de Kim Jong-il.

Depois do teste nuclear de segunda-feira, a Coreia do Norte já lançou mais três mísseis de curto alcance, o último foi esta madrugada e continua o disparo de retórica em todas as direcções.

A adesão dos vizinhos do Sul ao programa de não-proliferação de armas nucleares é vista por Pyongyang como “uma declaração de guerra”.

Na agência oficial de notícias do regime lê-se que o exército e o povo estão totalmente a postos para a batalha, contra qualquer irresponsável tentativa de ataque preventivo por parte dos Estados Unidos.

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A revista The New Yorker relembra um livro que explica a actualidade de faca na mão.

Enquanto o mundo discute as razões por detrás de um teste nuclear, vale a pena ler o livro (já lançado em 2004) de Kenji Fujimoto (pseudónimo), o chefe de sushi que trabalhou para a família de Kim Jong-il durante 13 anos.

“I Was Kim Jong Il’s Cook” é um best-seller para já ainda só publicado em japonês mas a revista The Atlantic publicou alguns excertos em 2004.

Estes são alguns dos países que Kenji visitou em busca das melhores iguarias para Kim Jong-il:

  • Urumqi (in northwestern China) for fruit, mainly hamigua melons and grapes
  • Thailand for fruit, mostly durians, papayas, and mangoes
  • Malaysia for fruit, mostly durians, papayas, and mangoes
  • Czechoslovakia for draft beer
  • Denmark for pork
  • Iran for caviar
  • Uzbekistan for caviar
  • Japan for seafood

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Em Seul, queimam-se fotografias do homem que assina loucuras atrás de loucuras: Kim Jong-il é um vizinho imprevisível.

Mas do lado chinês, na cidade de Dandong com vista para a Coreia do Norte, os turistas experimentam a preocupação e o fascínio por esta Coreia que se esconde do mundo.

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E vão mais dois!

A agência sul-coreana Yonhap diz que a Coreia do Norte testou mais dois mísseis de curto alcance, esta manhã.

Diz a Yonhap que a mala norte-coreana tem capacidade para cerca de 800 mísseis.

Apesar das condenações e das sanções na calha, em Pyongyang, Kim Jong-il deve pensar: mundo? Qual mundo?

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Brasil faz marcha-atrás

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Arnaldo Carrilho já estava de malas aviadas para Pyongyang  mas o ministro brasileiro dos Negócios Estrangeiros, Celso Amorim, mandou o embaixador voltar para trás.

Carrilho seria (e ainda será?) o primeiro embaixador brasileiro na Coreia do Norte, já estava em Pequim, preparava-se para embarcar no avião da Air Koryo mas o teste nuclear retardou a viagem, sine die, até que as Nações Unidas decidam o que fazer com a violação da Resolução 1718 do Conselho de Segurança da ONU, de Outubro de 2006.

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Sem resolução, para já o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou por unanimidade o teste nuclear da Coreia do Norte. No entanto, foi preciso uma hora para dizer que o ensaio de Pyongyang foi uma violação flagrante da resolução tomada após o teste atómico de Outubro de 2006.

Também esta noite, os presidentes dos Estados Unidos e da Coreia do Sul falaram ao telefone e vão reforçar o compromisso de defesa da Península Coreana.

Pyongyang promete mais ensaios.

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Últimas reacções

[Fonte: New York Times]

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A poucas horas da reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o  embaixador norte-americano na ONU, John Bolton, pede mesmo a expulsão da Coreia do Norte enquanto membro das Nações Unidas.

Algumas condenações do mundo, condensadas nesta peça da Sky News:

Falta Mr. Obama:

E agora em português:

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(texto que escrevi para a Antena 1)

A Norte da Península Coreana há aplausos para o anúncio de um novo teste nuclear que desafia a paciência da Comunidade Internacional.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se de emergência quando forem oito da noite em Portugal Continental.

A União Europeia já utilizou a palavra preocupação. O Japão condena e até a Rússia, aliado de longa data da Coreia do Norte, já disse estar inquieta.

Em Washington, Obama declarou que este teste deve ser motivo de grande preocupação para todas as nações já que representa uma ameaça para a paz. O presidente norte-americano apela a uma acção da comunidade internacional

O comportamento da Coreia do Norte tem sido como uma montanha russa.

Em Outubro de 2006 anunciou o primeiro teste nuclear. Depois, voltou à mesa das negociações e declarou ter desactivado o complexo nuclear de Yongbyon, mas tudo voltou ao mesmo: ameaças, anúncios de exercícios balísticos, exigências e, claro, a condenação das Nações Unidas.

Momentos antes do governo de Kim Jong-il anunciar este segundo teste enriquecido a plutónio, já os sensores geológicos dos vizinhos do Sul detectavam as ondas sísmicas de um tremor de terra artificial.

A Coreia do Sul já validou o gesto que abalou os mercados asiáticos.

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E vai mais um?

A Coreia do Norte diz que fez mais um ensaio nuclear.

Momentos antes, já os sensores geológicos da Coreia do Sul tinham detectado um tremor de terra.

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Roh Moo-hyun

Notícia também publicada no Correio da Manhã:

O ex-presidente sul-coreano Roh Moo-hyun suicidou-se. A informação foi avançada por um advogado da família, que declarou que o antigo líder de Seul deixou uma nota de suicídio, cometido quando praticava alpinismo.

O advogado, Moon Jae-in, declarou que Roh, de 62 anos, se suicidou em Gimhae, no Sul do país, onde se terá precipitado do alto de uma montanha rochosa. O ex-líder sul-coreano, que esteve em funções entre 2003 e o ano passado e foi o primeiro a visitar a Coreia do Norte, estava a ser investigado por corrupção num escândalo em que terá recebido mais de 4,3 milhões de euros de um empresário.

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Em entrevista à MSNBC, o governador do Novo México, Bill Richardson, diz que a “diplomacia tranquila” da administração Obama – na questão das jornalistas detidas na Coreia do Norte – é um caminho sensato.

Richardson sabe do que fala porque nos anos 90 (séc. XX) ajudou a libertar dois norte-americanos que também foram detidos pelo regime norte-coreano. Um desses detidos foi um homem que, na altura, tinha 27 anos. Evan Hunziker foi acusado de espionagem mas após intensas negociações o governador Richardson conseguiu libertá-lo por 5 mil dólares.

No ano passado, falei de Richardson já que ele era um potencial Nobel da Paz.

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“North Korea: Beyond the DMZ” é um documentário (2003) que mostra como a crítica é fácil quando o desconhecimento é absoluto.

É um filme que segue o quotidiano de uma jovem coreana-americana nos Estados Unidos, onde vivem mais de 1 milhão e 500 mil coreanos ao lado de pessoas que diabolizam um país e uma História que mal conhecem.

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Alegada Execução

A agência de notícias Yonhap escreve que a Coreia do Norte executou no ano passado um homem importante nas relações com a Coreia do Sul.

Choe Sung-chol, director adjunto do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, estaria a assumir uma postura moderada nas relações com os vizinhos do Sul.

Choe andava desaparecido há algum tempo.

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O antigo vice-presidente norte-americano, Al Gore (e Nobel da Paz pela sua luta contra o “mau ambiente”) é também o patrão da Current TV, o canal de televisão da Califórnia para onde trabalham as duas jornalistas que estão detidas em Pyongyang.

Sem abrir muito o jogo, Al Gore contou à CNN sobre os esforços que têm sido feitos para libertar Euna Lee e Laura Ling.

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Cantata da paz

Sophia de Mello Breyner Andresen

Vemos, ouvimos e lemos

Não podemos ignorar

Vemos, ouvimos e lemos

Não podemos ignorar

Vemos, ouvimos e lemos

Relatórios da fome

O caminho da injustiça

A linguagem do terror

A bomba de Hiroshima

Vergonha de nós todos

Reduziu a cinzas

A carne das crianças

D’África e Vietname

Sobe a lamentação

Dos povos destruídos

Dos povos destroçados

Nada pode apagar

O concerto dos gritos

O nosso tempo é

Pecado organizado.

Korea, The Chosen Place

Sgt. Irvin V. Worden

Korea, the chosen place
Ravished by war, laid to waste
All United Nations there engaged
In another history Page.

Korea, tis not a beauty site
To see by day or by night.
The eye beholds only the gloom
Of a country buried in war’s tomb.

Korea, it’s been torn up
and torn down;
Marched up
and marched down.

Korea, blood shed, land and mountains
Have been bathed by youthful fountains.
Brave men here have gone to their reward
Perishing ‘neath the sword.

Korea, twas not a war they say;
Only a police action day by day,
A testing place
For the human race.

Korea, two ideals clashing
Communism and democracy smashing;
The U.N.’s firm stand
Against the hammer red hand.

Korea, a question of peace there,
A question of peace everywhere
Soon it may be inflamed
Again in blood and war’s shame.

Korea, a prayer of the free
That inpeace here we may see
The sword no more to rise
On any land or any skies.

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Julgamento em Junho

South Korea North Korea Journalists

Está marcado o julgamento das duas jornalistas americanas – Laura Ling e Euna Lee – que estão detidas em Pyongyang. A KCNA (Agência Oficial de Notícias da Coreia do Norte) lançou a nota:

O Tribunal Central da República Popular Democrática da Coreia vai julgar a 4 de junho as jornalistas americanas, de acordo com a acusação apresentada”.

Laura Ling e Euna Lee trabalham para a Current TV e foram detidas no dia 17 de Março na fronteira da Coreia do Norte com a China enquanto filmavam um documentário sobre o tráfico de mulheres norte-coreanas.
A televisão sul-coreana YTN diz que os guardas norte-coreanos cruzaram o rio que separa os dois países para detê-las, porque Laura e Euna não terão acatado a ordem para interromper as filmagens.

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Relatório resumido no site Fátima Missionária:

A Comissão para a Reconciliação do Povo Coreano da Conferência Episcopal Sul-coreana (CRKP) publicou recentemente, em colaboração com O Centro de Dados para os Direitos Humanos na Coreia do Norte, o Relatório de 2008 sobre a liberdade religiosa naquele país. É o segundo divulgado até ao momento. O primeiro foi elaborado em Fevereiro de 2008.

O Relatório 2008 é composto por quarto partes: política religiosa, realidade da liberdade religiosa, perseguição religiosa e sugestões para prevenir a perseguição religiosa. A sua elaboração foi baseada num inquérito a 2047 norte-coreanos que vivem actualmente na Coreia do Sul, realizado entre 2007 e 2008. O relatório faz alusão a 345 casos de perseguição religiosa relacionados com 252 pessoas.

De acordo com o Relatório, 99,7 por cento dos inquiridos disseram que não podiam praticar livremente as suas crenças religiosas na Coreia do Norte. Quando alguém pratica ou proclama publicamente a sua crença religiosa, tem em sua posse artigos religiosos ou se encontra com religiosos é imediatamente perseguido.

O Sr Yun Yeo-Sang, membro da CRKP e um dos autores do Relatório, sugere as seguintes medidas de prevenção contra a perseguição religiosa na Coreia do Norte: monitorizar regularmente a situação religiosa no Norte; elaborar um método de prevenção e ajuda às vítimas de perseguição; o intercâmbio entre Norte e Sul, baseadas na ajuda e assistência humanitária a organizações religiosas, entre outras.

Álvaro Pacheco | FÁTIMA MISSIONÁRIA
12-05-2009 21:10

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Projecto Académico

Não consegui perceber o contexto deste trabalho mas é sempre uma outra forma de contar o problema nuclear norte-coreano.

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O ministro norte-coreano dos Negócios Estrangeiros, Pak Ui-chun, está hoje de visita ao Brasil.

No ano passado, o volume de negócios entre os dois países alcançou os 381 milhões de dólares.

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Travão nos Preços

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A Coreia do Norte está a impor algumas restrições ao aumento dos preços para evitar a expansão dos mercados e garantir a sobrevivência do Kimilsunismo.

De acordo com a tabela do governo, uma escova de dentes deve custar 200 wons, uma colher 150 wons e 10 velas 1000 wons. Nem mais, nem menos won.

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O jornal Kansas City lançou o debate e a votação: devemos ou não ignorar as ambições nucleares da Coreia do Norte?

E deixa argumentos, com base em artigos de outros jornais:

SIM

(…) According to Kim watchers Ralph Hassig and Kongdah Oh, the North Korean leader grew up a spoiled child. Attention is what he seeks. If he does not get it, he might just drop his temper tantrums and change tack. (…)

NÃO

(…) Sanctions can work; they brought down the apartheid regime in South Africa. But to work they have to be unanimous. If China or Russia is not involved, sanctions become meaningless. Washington certainly does not have any leverage over Pyongyang other than by attacking it. And the danger is that if China and Russia continue their soft-softly approach, it may soon be too late to avoid such an attack. Nuclear blackmail is not ordinary blackmail. It is not like repeating threats to reveal compromising photos. (…)

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Estas são algumas das fotos mais bonitas que tirei na Coreia do Norte em Agosto de 2006. (clique em cima da foto)

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So what?

O ministro norte-coreano dos Negócios Estrangeiros, Pak Ui Chun, foi visitar Cuba e diz que quer estreitar os laços de amizade e cooperação com a ilha de Fidel (agora mais de Raúl).

Fico sem saber qual é a novidade…

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