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Archive for 18 de Setembro, 2008

Já abriu o 11º Festival Internacional de Cinema de Pyongyang. Ponto de Exclamação

Sim! De dois em dois anos, a capital norte-coreana estende a passadeira vermelha para longas e curtas metragens e para documentários de várias nacionalidades, até mesmo norte-americanas.

O festival não tem o brilho de Cannes ou Veneza mas, durante dez dias, os norte-coreanos (de Pyongyang) podem ver filmes proibidos, ou mais ou menos proibidos.

O festival começou em 1987 e o grande impulsionador deste acontecimento terá sido Kim Jong-il, fanático pela sétima arte. Ele gosta de Daffy Duck, Steven Spielberg ou de Elizabeth Taylor.

Acredita-se que o “Querído Líder” tem uma cinemateca em casa com mais de 20 mil títulos, incluindo todos os filmes de James Bond.

“My name is il, Kim Jong-il!”

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Andrei Lankov é um professor russo que dá aulas na Universidade Kookmin, em Seul.

Entrevistei-o quando estive na Coreia do Sul, já que ele tem dedicado boa parte da sua vida académica a estudar esta delicada questão das Coreias.

Esta quarta-feira, o Asia Times Online publica um artigo muito interessante de Lankov: “Pyongyang defies all odds”.

Lankov sublinha, entre outras coisas, que a revolta só acontece quando o povo encontra alternativas mas explica porque é que a queda do regime norte-coreano é um caminho com mais pedregulhos do que os caminhos da libertação na Europa de Leste ou na União Soviética dos anos 70, do século XX.

(…) Revolutions usually begin when the ruling elite either belatedly attempts half-baked and inconclusive reforms (thus admitting that system is not prefect, but not giving enough to the dissatisfied populace) or the leaders showed signs of internal disunity. In North Korea, none of these conditions is met. The elite is united, grassroots social activity of any kind is not tolerated, alternatives to the current existence remain largely unknown to the public. (…)

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