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Archive for Abril, 2008

Mosquito ataca Coreias

[Foto retirada do site Portales Médicos]

Uma das doenças do mosquito ameaça novamente as Coreias.

Uma equipa de investigadores da Universidade Nacional de Seul avisa que a malária está a espalhar-se rapidamente no Norte da península e começa a ter raízes no Sul.

Numa fase inicial, os soldados da fronteira coreana foram as primeiras vítimas mas o número de civis infectados já é igual.

O chefe daquela equipa de investigadores, Chae Jong-il, identificou este surto como “tertian malaria” (não traduzi porque não encontrei o equivalente em português). Chae diz que é um tipo de malária mais mortal do que aquele que se encontra em zonas tropicais.

A Coreia do Sul acreditou, em tempos, que a doença estava erradicada até que em 1993 surgiu um novo caso. Desde então, já surgiram 23 mil casos de malária.

O Norte tem recebido ajuda do Sul com medicamentos e dinheiro para campanhas anti-malária. Só no ano passado recebeu cerca de um milhão e 400 mil doláres.

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O disparo no preço do arroz também faz crescer a linha da fome na Coreia do Norte.

Um relatório do Peterson Institute for International Economics (com sede em Washington) revela que:

A Coreia do Norte enfrenta o seu momento mais frágil desde a crise da fome que assolou o país há uma década”.

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[Foto: divulgada pelo governo dos EUA]

A CIA deu a conhecer esta foto (não datada) que mostra um reactor nuclear em construção na Síria. A Casa Branca quebrou o silêncio sobre o misterioso ataque aéreo israelita, a 6 de Setembro de 2007, confirmando que o alvo foi aquele reactor que andava a ser construído com a ajuda da Coreia do Norte.

O director dos serviços secretos norte-americanos, Michael Hayden, revelou aos jornalistas que esse reactor nuclear sírio era semelhante ao reactor norte-coreano de Yongbyon e que estaria a poucas semanas ou meses de ficar concluído.

No espaço de um ano, já teria produzido plutónio suficiente para uma ou duas armas.”

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[Fotos: Associated Press/Reuters/Kyodo News]

A chama olímpica esteve em Pyongyang.

Pela primeira vez, ninguém protestou, só se viram aplausos.

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A Coreia do Norte vai acrescentar mais lume à chama olímpica.

A tocha passa hoje por Seul e os dissidentes de Kim Jong-il que ali vivem vão aproveitar para denunciar a política chinesa de repatriamento de refugiados norte-coreanos.

Amanhã (dia 28), o facho da discórdia deve entrar em Pyongyang e aí o governo de Pequim pode ter a certeza de que será o dia mais calmo da viagem da chama.

Na Coreia do Norte é proibido protestar.

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Pak Mun Suk é a vice-presidente da Associação Coreana das Vítimas das Bombas Nucleares.

Pak chora durante uma conferência de imprensa em Pyongyang, nesta imagem retirada da televisão norte-coreana. Ela é uma das três mulheres que exigem a Tóquio um pedido de desculpas e uma compensação (médica e financeira) a todos os coreanos que estavam no Japão – na altura dos ataques das bombas atómicas (em Nagasaki e Hiroshima), durante a Segunda Guerra Mundial – e que regressaram à Coreia do Norte.

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As agências internacionais avançam que, esta semana (provavelmente amanhã), os membros do congresso norte-americano vão receber informações dos serviços secretos que sugerem ligações perigosas entre a Coreia do Norte e a Síria.

 

Já algum tempo que foi levantada a suspeita de que Pyongyang poderia estar a ajudar Damasco a construir um reactor nuclear semelhante ao de Yongbyon (no norte da Coreia do Norte).

 

Esse reactor sírio terá sido bombardeado pela força aérea israelita em Setembro do ano passado. Uma informação nunca confirmada por Israel ou pelos Estados Unidos.

 

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Foi publicado, pela primeira vez, em França, em 2000. A tradução portuguesa chegou no final do ano passado e é mais um dos livros da minha modesta biblioteca norte-coreana. Deixo o texto da contracapa:

Pyongyang, capital da Coreia do Norte, 1977. Kang Chol-hwan vive com a família num bairro privilegiado da cidade. Tem nove anos. Na escola, ensinam-lhe que o Grande Líder assegura o poder e a autonomia do país contra “as marionetas imperialistas de Seul”.

Os seus avós são favoráveis ao regime de Kim Il-sung: o avô chegou mesmo a doar a sua fortuna ao Partido do Trabalho. Contudo, o velho homem desaparece. Pouco depois, o resto da família é detida e internada no campo de Yodok, sem qualquer explicação.

Começa então um calvário que durará dez anos, o período da adolescência para Kang Chol-hwan. Animado por uma indignação que jamais o abandonou, ele faz a terrível descrição do inferno organizado. Crianças ou adultos, todos são submetidos ao mesmo regime: trabalhos forçados, vigilância contínua, lavagens cerebrais, humilhações sistemáticas e castigos desumanos, para além da fome, do frio e do seu cortejo de doenças.

Trata-se do primeiro testemunho, no Ocidente, do universo concentracionário norte-coreano, os bastidores de uma farsa ubuesca e fraudulenta concebida por um Estado megalómano e tirânico. Enquanto a fome e a corrupção devastam aquele derradeiro reduto estalinista, Kang Chol-hwan denuncia, com uma voz simples e intransigente, os efeitos de uma propaganda associada a uma ideologia assassina.

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[Foto: Agência AFP/ Jung Yeon-Je]

 

 

Saíram de carro às 11 da manhã de Seul (três da manhã em Portugal Continental) e atravessaram a fronteira militarizada rumo a Pyongyang.

Uma equipa de peritos norte-americanos liderada por Sung Kim – o  director do gabinete dos Assuntos Coreanos, do departamento de Estado norte-americano – vai estar até quinta-feira na capital da Coreia do Norte, para tentar quebrar o impasse relativo à declaração total do programa nuclear de Kim Jong-il.

 

 

Sung Kim disse aos jornalistas: 

“Claro que esperamos progressos significativos com esta visita. Tudo irá ser objecto de análise”.

Recordo que, no ano passado, Estados Unidos, China, Japão, Rússia e Coreias assinaram um acordo de ajuda energética e diplomática à Coreia do Norte, em troca da desnuclearização da península.

Este acordo tem andado em banho-maria. A Coreia do Norte prometeu entregar todas as informações até ao final de 2007, o que não aconteceu. Washington diz que Pyongyang ainda não deu conta de todo o seu programa de enriquecimento de plutónio e ainda suspeita que a Coreia do Norte desenvolve, em segredo, um programa de enriquecimento de urânio. Acusações que Pyongyang desmente categoricamente.

Resumindo, a ordem de trabalhos não sai do mesmo ponto há um ano.

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Hoje publico aqui a crónica da minha viagem à Coreia do Norte, que fiz para o blog Report on Safety. É este estímulo à partilha que torna a blogosfera cada vez mais interessante.

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Esta vai ser a minha última chamada”.

 

O aviso chegou da Tailândia por telefone à redacção da Associated Press em Seul.

A chamada foi assinada por um homem que se identificou como Ri e disse ser o líder de um grupo de 16 refugiados norte-coreanos que estavam detidos numa cadeia de Banguecoque e que entraram em greve de fome na noite de 10 de Abril, com um pedido de asilo aos Estados Unidos.

 

Ontem à noite, o grupo decidiu pôr um ponto final no jejum de uma semana inteira porque a embaixada norte-americana na Tailândia prometeu diálogo e compreensão na próxima quarta-feira.

 

Entretanto, as autoridades tailandesas transferiram estes detidos para uma outra prisão, a 10 horas da capital. Uma informação que chegou, posteriormente, pelo Reverendo Chu Ki-won – que presta ajuda a refugiados norte-coreanos – e que diz que esta atitude serve, claramente, para impedir o contacto dos refugiados com a embaixada dos Estados Unidos.

 

A Tailândia está na rota de fuga dos dissidentes norte-coreanos. Alguns acabam detidos nas prisões mas são depois libertados (ou fogem) e continuam o caminho em direcção à Coreia do Sul. Outros são devolvidos ao regime de Kim Jong-il.

 

A Associated Press tentou contactar novamente Ri mas o telefone nunca mais tocou.

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[Foto: Agência Reuters]

Ainda a procissão vai no adro.

Traduzindo para bom português foi quase isto que a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, quis dizer hoje em Washington, antes de uma entrevista conjunta à imprensa.

“Estamos no início de um processo complexo e não no fim. Um processo que, pela primeira vez na História, deve conduzir à retirada efectiva do material nuclear da Coreia do Norte e a um ponto final rigoroso do seu programa nuclear.”

Mas acrescentou:

“Temos tido progressos nas conversações a seis? Sim. Há razões para sermos prudentes e cépticos? Sim.”

Rice deixou, ainda, no ar a hipótese de Washington deixar cair algumas sanções impostas a Pyongyang, mesmo antes do processo estar terminado…

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A Agência Yonhap diz que, na próxima semana, Kim Jong-il deve visitar o Vietname e a China, numa viagem considerada inédita por ser de avião.

O “Querído Líder” viaja sempre de comboio – não se sabe se o rapaz tem alguma fobia – mas a Air Koryo (companhia aérea da Coreia do Norte) já anda a fazer testes com o avião russo TU-204, para garantir que tudo corre bem neste voo, tão especial.

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O Programa Alimentar (PAM) das Nações Unidas vem alertar para uma situação que há muito vem sendo divulgada por várias ONG’s: a Coreia do Norte está a passar fome.

O PAM diz que o aumento dos preços e as magras colheitas – a que eu acrescento, porventura, a má gestão – estão a levar a Coreia do Norte a enfrentar uma grave crise humanitária e alimentar.

Relembro o post do início do mês:

A Good Friends (uma ONG sul-coreana) diz que o racionamento de alimentos na Coreia do Norte atingiu um grau tão severo que o Estado mandou até cortar nas rações dos habitantes da capital.

O PAM também tem vindo a reduzir drasticamente a ajuda alimentar à Coreia do Norte. Em 2006 alimentava seis milhões de pessoas e agora alimenta apenas um milhão e 100 mil norte-coreanos. Tudo isto graças ao apertado esquema de segurança imposto aos voluntários que vêm de fora e que querem ajudar.

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O título é uma frase emblemática do meu pai: grande Colaço!!

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É um dos grandes feriados da Coreia do Norte.

Hoje celebra-se o aniversário de Kim Il-sung. Se fosse vivo, o “presidente eterno” faria 96 anos (morreu em 1994).

Nesta data, o filho, Kim Jong-il, promove sempre uma série de generais. Este ano, dois foram promovidos a tenente-general e 33 a major-general.

Kim Jong-il prestou ainda homenagem no mausoléu onde está o corpo do seu pai.

Milhares de norte-coreanos depositaram flores aos pés da estátua de bronze de Kim Il-sung. Fica no centro da capital e é uma das primeiras paragens dos forasteiros, que devem fazer uma vénia à estátua. Visitei esta figura e o mausoléu.

Mais logo, prometo deixar aqui umas fotos.

 

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Eu já respondi ao desafio lançado pelo jornalista da Antena 1, Paulo Nuno Vicente, acabado de regressar do Chade.
Podem espreitar “As cigarras de Kim Jong-il” no weblog Report on Safety.
E o melhor é que estão todos convidados a participar na reflexão!

“(…) convidei repórteres da rádio, da televisão, da imprensa escrita e online, fotojornalistas e repórteres de imagem, portugueses e estrangeiros; todos convidados para publicarem aqui um relato pessoal, uma crónica, uma reportagem, um vídeo, uma fotografia, um recorte literário, um ensaio, uma estória não contada, um pedaço capaz de inspirar a reflexão.

Só o tema será comum: a segurança dos jornalistas. Aguardo pelos contributos. Que sejam muitos e contraditórios! E, já agora, redobro o convite: participem todos os que estejam dispostos a partilhar ideias, sob qualquer forma e conteúdo. Basta enviar o contributo (escrito, filmado, fotografado) para pnvicente@gmail.com

Esta é apenas a primeira etapa deste weblog. Os próximos convites serão enviados aos muitos que nos aturam, socorrem, dificultam o trabalho, salvam a vida: pessoal humanitário, forças de segurança, militares, bombeiros, médicos, enfermeiros, guias, tradutores, embaixadores, donos de pensões… Também eles têm muito que contar sobre nós.”

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Cada vez mais interactivo, “Coreia do Norte: um segredo de Estado” apresenta um questionário só para os seus leitores.

Afinal, o que sabe sobre este país e as histórias que aqui se contam?

Vá lá, são apenas 15 questões!

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[Foto: AP/Ahn Young-joon – Contagem dos votos pelos membros da Comissão Nacional de Eleições, em Seul] 

 

 

Os conservadores do partido do presidente sul-coreano ganharam a maioria no parlamento de Seul.

A vitória do Grande Partido Nacional (GNP), nas eleições de quarta-feira, facilitam a vida a Lee Myung-bak na implementação de reformas económicas. “O apoio público ao relançamento económico e à criação de emprego deram-nos a maioria”, afirmou Lee.

Dos 299 lugares da Assembleia Nacional, o GNP arrecadou 153 e o Partido Democrático Unificado (UDP) ficou com 81 lugares, quando antes das eleições tinha 136 deputados.

Estas eleições acontecem numa altura em que a Península pouco dialoga mas a questão norte-coreana não parece ter influenciado a eleição uma vez que o hábito faz o monge.

Há mais de 50 anos que os sul-coreanos se habituam à ideia de permanecer tecnicamente em guerra com o Norte.

 

 

 

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A Agência Yonhap diz que Coreia do Norte afirma ter chegado a um acordo com os Estados Unidos sobre a declaração completa do seu programa nuclear, ontem em Singapura.

Christopher Hill, o chefe da negociação norte-americana, disse, no entanto, que não houve grandes avanços mas apenas alguns progressos.

 

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Documentário realizado por Peter Tetteroo e Raymond Feddema, da Holanda.

Ganhou o prémio de melhor documentário no International Emmy Award de 2001.

Da forma mais sumária possível, “Welcome to North Korea” retrata o vazio em que vive a Coreia do Norte.

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[Foto: Rita Colaço / Agosto 2006 – Creche em Pyongyang]

Amanhã, terça-feira, o negociador norte-americano para a questão nuclear, Christopher Hill, encontra-se em Singapura com o homólogo norte-coreano, Kim Kye-gwan.

Hill parece estar pouco confiante e, ao mesmo tempo, pouco paciente. Disse não ter a certeza de que o encontro de amanhã traga alguma coisa de novo mas também diz que não pode ter mais atrasos e que “é preciso progredir rapidamente”.

Ora, na Coreia do Norte, o jornal oficial Rodong Sinmun lá vai continuando os ataques ao vizinho, em concreto ao presidente sul-coreano. Publica esta frase: “aqueles que dançam ao assobio das forças exteriores só vão sofrer um colapso”.

Assim se baila na península.

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(…)Uma certa simetria na situação geográfica de Portugal – no extremo Ocidental do continente europeu – e da Coreia – na Ásia Oriental, praticamente sobre a mesma latitude – aliada a uma forte identidade nacional e a um apego tenaz à independência, são-me frequentemente referidos pelos meus interlocutores coreanos como factores que explicam sintonias e empatias inesperadas entre os dois povos, face à distância que os separa. Segundo historiadores coreanos, os portugueses terão sido os primeiros ocidentais a aportar à Coreia no início do século XVII.
Acaba aliás de se concretizar a geminação entre a cidade no Sul da Coreia – Tongyeong – onde desembarcou o comerciante português João Mendes, e Vila do Bispo, no Algarve.(…)

 

O prometido é devido. Deixo para este fim-de-semana um testemunho do embaixador de Portugal em Seul, Henrique Silveira Borges. É um contributo inédito, feito para este blog. Deixo na primeira página um pedaço para abrir o apetite. Para ler a versão integral basta apenas carregar em qualquer parte do texto ou da fotografia.

 

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A partir desta tarde, “Coreia do Norte: um segredo de Estado” vai ter o prazer de publicar, em primeira mão, um testemunho do embaixador de Portugal em Seul.

Descubra como se trabalha nos bastidores da diplomacia e os aspectos que unem Portugal à Coreia.

Henrique Silveira Borges teve a amabilidade de contribuir com um texto hiper interessante, feito propositadamente para este espaço.

Sinto-me, claro, muito honrada com este testemunho e, por isso, deixo um agradecimento público: muito obrigada!

Não perca!

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                 [Foto retirada do sítio Army Recognition – Míssil PAC-3]

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 A Coreia do Norte tem 13 mil sistemas de artilharia e 800 mísseis. 

O general norte-americano escolhido para assumir o comando das forças aliadas na Coreia do Sul (ONU e EUA) veio dizer que o Norte permanece como um vizinho perigoso e que as defesas anti-mísseis do Sul estão em baixa 

O general Walter L. Sharp explicou que “os mísseis PAC-3 disponíveis no Sul são insuficientes para conter a ameaça dos mísseis norte-coreanos”. 

Os anti-mísseis PAC-3 são uma versão avançada dos Patriot, que se tornaram famosos durante a Guerra do Golfo, em 1991, quando Saddam Hussein lançou mísseis Scud contra países vizinhos. 

Sharp acrescentou que a Coreia do Norte, apesar possuir um arsenal de guerra envelhecido, ainda constitui uma ameaça substancial e que a Coreia do Sul deve desenvolver com urgência um sistema anti-míssil para se proteger de um possível ataque de Pyongyang.

Cerca de 28 mil militares norte-americanos estão estacionados na Coreia do Sul, desde a Guerra da Coreia (1950-53).

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A Good Friends (uma ONG sul-coreana) diz que o racionamento de alimentos na Coreia do Norte atingiu um grau tão severo que o Estado mandou até cortar nas rações dos habitantes da capital, a elite norte-coreana. 

A Good Friends presta ajuda humanitária no Norte da península e revela que Pyongyang anunciou que iria suspender durante seis meses as rações alimentares na capital. Quem quiser comer deve pagar para preencher o buraco no estômago.  

Recordo que os norte-coreanos devem ter uma autorização especial do governo se quiserem residir em Pyongyang e que o acesso aos alimentos é, normalmente, mais fácil para quem aí vive.   

Fora de Pyongyang o arroz está muito caro e, esta Primavera, os agricultores ainda têm que deitar à terra as sementes e os fertilizantes que não têm. 

A Good Friends diz que corre à boca pequena que os habitantes de Pyongyang e de outras cidades podem começar a morrer de fome já em Abril. 

Na Coreia do Sul, o ministério da Unificação, ainda não confirmou a informação da Good Friends.

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A Coreia do Norte diz estar disposta a abandonar o diálogo e a atacar o Sul, ignorando assim o apelo de Seul para regressar à mesa das negociações. 

A Agência de Notícias da Coreia do Norte, a KCNA, diz que a península está à beira de uma guerra. 

A situação nunca esteve tão tensa, na última década, como agora. De qualquer forma, os analistas acreditam que o Norte não deve ultrapassar esta linha dura das palavras, usando apenas a retórica para pressionar a Coreia do Sul e os Estados Unidos a fazerem algumas concessões.

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Numa primeira reacção oficial à declaração de intenções lançadas em Pyongyang, o general Kwon Oh-sung (principal negociador militar sul-coreano) disse que “o incentivo à tensão em nada contribui para a paz na península”. 

O ministério da defesa de Seul disse que Pyongyang interpretou mal as declarações do general Kim Tae Young e por isso rejeita apresentar desculpas, tal como exige a Coreia do Norte.

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É uma notícia que vem no jornal sul-coreano Chonsun Ilbo.

No último mês, a Coreia do Norte fez dez voos perto da fronteira com a Coreia do Sul. Os caças norte-coreanos – alguns MIG-21 – fizeram com que Seul mobilizasse também os seus aviões. É um claro sinal da “tensão aérea” que se vive.

Pela primeira vez, o jornal norte-coreano Rodong Sinmun publica um artigo em que critica aberta e publicamente o novo presidente sul-coreano, Lee Myung-bak. Em resumo, o artigo acusa Lee de estar a matar a reunificação da península.

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