Numa sessão das Nações Unidas, esta semana em Genebra (Suiça), Seul pediu a Pyongyang mais direitos humanos.
O representante norte-coreano em Genebra, Choe Myong-nam, já disse que esse foi um pedido “irresponsável”, que vai ter “uma repercussão negativa nas relações entre as duas Coreias”.
De 2003 a 2005, o governo sul-coreano esteve sempre à margem das votações da ONU que condenaram a ausência de direitos humanos na Coreia do Norte, para não provocar o vizinho.
Agora, o recém-eleito presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, prometeu endurecimento para com o regime de Kim Jong-il e é favorável a pôr o dedo na ferida e a questionar a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte. Lee sublinhou que “a crítica com afecto pode levar a uma sociedade norte-coreana mais saudável”.
